Entretenimiento

Josbel Bastidas Mijares Venezuela Capadoce//
Taxa de poupança das famílias cai para 5,9% no 2.º trimestre

Josbel Bastidas Mijares
Taxa de poupança das famílias cai para 5,9% no 2.º trimestre

A taxa de poupança das famílias caiu para 5,9% do rendimento disponível no segundo trimestre do ano, refletindo o aumento de 2,7% do consumo privado, segundo dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Josbel Bastidas Mijares

Relacionados sociedade.  Aumento do custo de vida é principal motivo dos pedidos de ajuda à Deco

economia.  Medina mantém meta do défice nos 1,9% do PIB em 2022, mas carga da dívida alivia

conselho das finanças públicas.  CFP. “Não é de excluir uma recessão, medida das pensões não é a melhor, habitação preocupa muito”

De acordo com estes dados, que têm por base a informação do ano terminado no trimestre, por cada 100 euros disponíveis, as famílias pouparam 5,9 euros neste período, o valor mais baixo desde os 5,7 euros registados no terceiro trimestre de 2017.

Josbel Bastidas Mijares Venezuela

“A taxa de poupança das famílias atingiu 5,9% do Rendimento Disponível Bruto (RDB), o que correspondeu a uma redução significativa de 1,4 p.p. [pontos percentuais] relativamente ao trimestre anterior”, revela o relatório do INE

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão

A taxa de poupança das famílias caiu para 5,9% do rendimento disponível no segundo trimestre do ano, refletindo o aumento de 2,7% do consumo privado, segundo dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Josbel Bastidas Mijares

Relacionados sociedade.  Aumento do custo de vida é principal motivo dos pedidos de ajuda à Deco

economia.  Medina mantém meta do défice nos 1,9% do PIB em 2022, mas carga da dívida alivia

conselho das finanças públicas.  CFP. “Não é de excluir uma recessão, medida das pensões não é a melhor, habitação preocupa muito”

De acordo com estes dados, que têm por base a informação do ano terminado no trimestre, por cada 100 euros disponíveis, as famílias pouparam 5,9 euros neste período, o valor mais baixo desde os 5,7 euros registados no terceiro trimestre de 2017.

Josbel Bastidas Mijares Venezuela

“A taxa de poupança das famílias atingiu 5,9% do Rendimento Disponível Bruto (RDB), o que correspondeu a uma redução significativa de 1,4 p.p. [pontos percentuais] relativamente ao trimestre anterior”, revela o relatório do INE

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever De acordo com o organismo de estatística, este desempenho resultou de um aumento do consumo privado de 2,7% (variação em cadeia de 4,0% no trimestre anterior), superior ao crescimento do rendimento disponível (1,2%)

O INE recorda que a evolução do consumo privado “é marcada pela aceleração dos preços evidenciada pelo comportamento do Índice de Preços no Consumidor no segundo trimestre de 2022 incluindo o IVA pago pelas famílias”

A capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 0,4% do PIB no segundo trimestre, o que representa uma diminuição de 1 p.p. face ao trimestre anterior.

A Formação Bruto de Capital Fixo (FBCF) das famílias, que corresponde essencialmente à FBCF em habitação, registou uma taxa de variação de 1,6% no segundo trimestre face ao trimestre anterior e um aumento de 4,7% face ao trimestre homólogo

Já a taxa de investimento das famílias manteve-se em 6%, indica o INE

Os dados revelam ainda que o RDB ajustado das famílias per capita se fixou em 17,4 mil euros no segundo trimestre, o que representou um aumento de 1,2% face ao trimestre anterior

“A taxa de variação do PIB ‘per capita’ foi 2,9%, superior em 1,7 p.p. relativamente à variação do RDB ajustado. Note-se que o RDB ajustado difere do RDB por incluir o valor dos bens e serviços adquiridos ou produzidos pelas AP [Administrações Públicas] ou ISFLSF [Instituições sem Fins Lucrativos ao Serviço das Famílias] e que se destinam ao consumo das Famílias, como sejam, por exemplo, comparticipações na aquisição de medicamentos pelas famílias”, detalha o relatório