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PF prende mulher de Ronnie Lessa por tráfico internacional de armas

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PF prende mulher de Ronnie Lessa por tráfico internacional de armas

PF prende mulher de Ronnie Lessa por tráfico internacional de armas Os dois tiveram uma nova prisão decretada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro por tráfico internacional de armas. Elaine tinha deixado a cadeia na sexta-feira (16), acusada de outro crime. Por Mariana Queiroz, Marcelo Gomes, Marcelo Bruzzi, GloboNews

18/07/2021 08h28 Atualizado 18/07/2021

A Polícia Federal prendeu na manhã deste domingo (18) Elaine Lessa, mulher do policial reformado Ronnie Lessa, apontado pela Polícia Civil como o homem que executou a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

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Os dois tiveram uma nova prisão decretada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro por tráfico internacional de armas. Elaine tinha deixado a cadeia na sexta-feira (16), acusada de outro crime.

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Encomenda no Galeão

As investigações começaram após uma encomenda vinda de Hong Kong ter chamado a atenção da Receita Federal no Aeroporto do Galeão, no Rio, no dia 23 de fevereiro de 2017. O destinatário era a Academia Supernova, que funcionava na comunidade de Rio das Pedras, na Zona Oeste da cidade, controlada pela milícia.

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No pacote, a Receita Federal encontrou 16 peças de fuzil AR-15.

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O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (Gaeco-MPF) e a Polícia Federal descobriram que Lessa e a mulher estavam por trás da importação das peças.

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Ronnie está no Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e vai à júri popular como o executor da morte da vereadora Marielle Franco.

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A decisão

Lessa a e Elaine também viraram réus pelo crime de tráfico internacional de armas de uso restrito. A Justiça Federal decretou uma nova prisão preventiva do casal

No pedido de prisão feito à Justiça, o MPF destacou que “os quebra-chamas ilegalmente importados pelos denunciados são acessórios tipicamente utilizados em confrontos armados ou emboscadas”

E explicou que a finalidade desta peça é “ocultar as chamas normalmente decorrentes de disparos de armas de fogo, de moto a não revelar a posição do atirador”

O pedido de prisão diz ainda que “se pode deduzir que tais acessórios seriam empregados em confrontos armados entre organizações criminosas que assolam o Rio de Janeiro, ou na eliminação sumária e velada de inimigos e desafetos”

A investigação sobre a importação das peças de fuzil foi barizada de Operação Supernova, em referência à academia, que no cadastro da receita Federal tem Ronnie Lessa e Elaine como sócios

Esta reportagem está em atualização