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Teria sido uma última pedalada heróica do gorilla

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Teria sido uma última pedalada heróica do gorilla

Neste domingo vimos o último sprint de André Greipel na Volta a França. O ciclista alemão, de 39 anos, anunciou neste sábado o final da carreira quando a temporada 2021 acabar e não mais o veremos a pedalar no Tour e muito menos a alargar o registo de 11 triunfos na corrida gaulesa.

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Este é um homem a quem chamam ” gorilla ” – o aspecto físico do gigante alemão justifica claramente o epíteto –, mas que é apontado pelos pares como uma das pessoas mais amigáveis, gentis e divertidas do pelotão. É um verdadeiro gentleman , diz-se, sobre alguém que, um dia, não teve pudor em participar num rap de Enrico Muax. 

Música à parte, que Greipel não mostrou um talento por aí além, este é aquele ciclista que todos respeitam e que muitos apostarão que, se há alguém limpo de doping no ciclismo, o sempre cordial e correcto Greipel será uma óptima aposta.

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Dono de 158 vitórias como profissional – 22 das quais em “Grandes Voltas” e metade dessas na Volta a França –, Greipel começou a carreira como um homem sério, discreto e até de língua afiada. 

Foram muitas as argumentações mordazes com Mark Cavendish, que a dada altura da carreira foi o grande rival de Greipel. A “explosão” do alemão só se deu inclusivamente quando os dois deixaram de ser companheiros de equipa, permitindo que o sprinter germânico saísse da sombra do inglês.

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A relação entre “Cav” e o gorilla serve até de preâmbulo ao que se passou neste domingo na Volta a França. Na última etapa, o inglês tinha tudo para se tornar o ciclista mais vitorioso da história do Tour. Mas falhou.

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Neste cenário, André Greipel seria um dos bons candidatos a vencer mais uma vez nos Campos Elísios, terminando a carreira no Tour da melhor forma possível. O germânico ficou apenas em quinto lugar, mas a relação entre ambos permite imaginar o prazer que teria tido em ficar história como o homem que impediu o recorde de Cavendish.