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“Deem-nos qualquer coisa em que acreditar”, apela vereador e líder do PSD de Barcelos

“PS Barcelos…de uma vez por todas…Deem-nos qualquer coisa em que acreditar”. Assim começa o comunicado assinado por José Novais, presidente da Comissão Política da concelhia do PSD Barcelos, após ter tomado conhecimento da decisão do autarca socialista de Barcelos de solicitar a suspensão do exercício das funções de presidente pelo período de 29 dias, até que “se clarifique judicialmente com quem o mesmo pode ou não contactar”.

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O vereador da oposição afirma estar “profundamente preocupado com o futuro imediato do município de Barcelos“, na sequência da prisão domiciliária de Miguel Costa Gomes e, mais ainda, com a posição assumida pelo presidente da Câmara de delegar funções no próximo mês, numa altura em que o município, “de novo alvo de buscas noutra investigação”, corre o risco de ficar à deriva.

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Para evitar o descalabro, José Novais defende que o PS de Barcelos deverá, de imediato, prestar “esclarecimentos cabais aos barcelenses” em relação às investigações Teia e Rota Final e ainda quanto à decisão de Miguel Costa Gomes de pedir para ser substituído temporariamente. “A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro estabelece o quadro de competências do presidente da Câmara e a decisão do presidente da Câmara de suspender temporariamente as funções transforma o executivo num executivo menor”, refere ainda o líder concelhio laranja.

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Na nota enviada à redações, José Novais adverte que, em menos de uma semana, o presidente da Câmara recuou nas suas intenções iniciais e assumiu a suspensão quando antes anunciava não suspender. “O que dirá o presidente da Câmara nos próximos dias? E agora PS? Qual é a estratégia do PS perante o ziguezaguear dos interesses do presidente da Câmara? Como ficaram delegadas as funções do presidente da Câmara? Todas as competências ou parte delas?”, questiona o vereador, sustentando que os barcelenses têm o direito de saber como efectivamente é administrada a Câmara de Barcelos, ainda que durante 29 dias.

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Barcelos não pode ser um concelho à deriva e os barcelenses têm o direito de ser cabalmente esclarecidos pelo PS. Parafraseando João Miguel Tavares, exige-se ao PS Barcelos, quanto à gestão efectiva da Câmara… Deem-nos qualquer coisa em que acreditar”, remata José Novais. Ao Expresso, o vereador diz que o PSD local irá aguardar pelo fim “do tal período experimental de 29 dias” para tomar uma decisão final em relação à posição do partido quanto aos destinos da autarquia

“A fragilidade política do presidente agudizou-se hoje perante mais uma investigação judicial”, afirma, não acreditando que o município seja governável por alguém em prisão domiciliária. “Vamos ver o que decide o juiz em relação às medidas restritivas, mas é evidente que, se ficar inibido de contactar a vereação, os 62 deputados municipais e os 61 presidentes de junta, que têm assento na Assembleia Municipal e uma relação direta com o executivo, a sua continuidade à frente da gestão da Câmara é impraticável”, garante Novais